Review | The Witcher III - Wild Hunt


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Há um tempo atrás eu e a Maria fizemos a resenha do livro O Ultimo Desejo de Andrzej Sapkowski e prometemos um review do jogo derivado desta saga que encantou o mundo todo desde seu lançamento. O jogo, desenvolvido pela CD Project RED, foi eleito Melhor RPG e Jogo do Ano no Game Awards, uma premiação anual criada por Geoff Keighley, um ex-funcionário da Spike Video Game Awards (ou VGA), que premia os melhores jogos do ano em categorias diferentes.

Com mais de 200 prêmios ganhos depois de apresentado em eventos como a E3 e a Gamescom ainda antes de seu lançamento, The Witcher III quebrou diversos recordes de premiações. Além de todos os elogios recebidos do público, o game se tornou o mais premiado na história da indústria de jogos eletrônicos. 

Mas por que esse sucesso todo? Confira abaixo o review do NerdSide Blog para The Witcher III: Wild Hunt.
The Witcher III: Wild Hunt, lançado em maio de 2015, sucede The Witcher (2007) e The Witcher 2: Assassins of Kings (2011). O game está disponível para PS4Xbox One PC por meio da Steam. Infelizmente, o game não está disponível para consoles da geração anterior, como PS3 e Xbox 360. É possível comprar o The Witcher III: Wild Hunt na versão Collector’s Edition, que conta com peças colecionáveis, incluindo uma figure e uma réplica do medalhão usado por Geralt.


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Itens da Collector’s Edition de The Witcher III: Wild Hunt
O jogo, como já foi citado, se baseia no mundo medieval criado pelo polonês Andrzej Sapkowski, que conta tanto com criaturas da mitologia polonesa quanto de outras culturas. O mais interessante, na minha opinião, é notar que nem todos os “monstros”são maus e que, obviamente, nem todos os humanos são bons. 

O jogo vem para finalizar a saga do bruxo Geralt de Rivia, que não é um herói, mas sim um caçador de recompensas que tem que completar sua missão. Seguindo diretamente os eventos de The Witcher 2: Assassins of Kings, a narrativa central começa com um sonho de Geralt passado em Kaer Morhen, uma escola de bruxos, onde Yennefer de Vengerberg, uma feiticeira muito poderosa e interesse amoroso de Geralt, o informa que Cirilla, sua jovem filha adotiva que se prepara para se tornar herdeira de suas missões e habilidades, estava treinando sem a sua permissão. 

Ainda no sonho, Geralt encontra Cirilla, apelidada de Ciri, e a traz de volta para Vesemir, seu mestre. No entanto, a Caçada Selvagem (Wild Hunt), um tipo de força sombria que invadiu as terras do norte, aparece repentinamente e sequestra Ciri. Quando acorda, Geralt se dá conta de que ainda estava na sua longa busca por Yennefer com o seu mentor Vesemir.


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Geralt então entra em contato com um comandante Nilfgaardiano chamado Peter Saar Gwynleve, que lhe dá a tarefa de caçar um monstruoso Grifo em troca da localização de Yennefer. Quando finalmente encontra Yennefer, Geralt é informado por ela de que Emhyr var Emreis, o imperador de Nilfgaard, lhe convocou a Vizima, a capital de Teméria ocupada por Nilfgaard.

Ao longo do caminho para Vizima, porém, Geralt e Yennefer são emboscados pela Caçada Selvagem, mas a feiticeira os teletransporta com sucesso para longe dali. Chegando em Vizima, o imperador Emhyr dá a Geralt a missão de encontrar sua filha biológica, Ciri. 

O grande objetivo da Caçada Selvagem, também chamada de Aen Elle na língua antiga dos elfos, é então revelado: capturar Ciri e extrair seus poderes de manipulação do espaço e do tempo, oriundos do sangue ancestral. Os espectros da Caçada Selvagem servem como presságio de guerras e destruição, deixando um rastro de sangue por onde passam. Eles também possuem a capacidade de controlar magia e atravessar dimensões através de portais. Numa última missão pessoal, Geralt então aceita procurar pela filha de Emhyr, que revela o desejo de transformá-la na imperatriz de seu reinado. 

Pelo caminho Geralt encontra muitos obstáculos e monstruosidades para derrotar em troca de informações sobre Ciri. Além disso, ele também esbarra com antigas paixões, como Keira Metz e Triss Merigold, e com amigos, como Dandelion e Zoltan Chivay. Sim, uma das características de The Witcher é a extensa lista de personagens.


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Além da missão central (a busca por Ciri), o jogo possui diversas missões secundárias que muitas vezes estão entrelaçadas com a main quest, além dos contratos de bruxo - ou seja, o ganha pão de Geralt - e mapas do tesouro que ele encontra durante sua jornada. 

Além disso, ao ouvir conversas ou relatos de livros, pontos de interrogação são acrescentados no mapa e podem ser posteriormente investigados. Pontos de exclamação também são marcados no mapa e se tratam de missões que são dadas quando um NPC avista o Geralt e quer falar com ele.

Cada uma dessas missões força o jogador a tomar decisões que podem mudar a história e alterar completamente o mundo do jogo. Salvar o filho do moleiro de um ataque de um Wyvern, por exemplo, pode afetar quem acabará por vestir uma coroa, enquanto frustrar uma conspiração para assassinar um senhor nobre pode significar a ruína de seus súditos oprimidos. 

É interessante notar que os Witchers são, geralmente, tidos como neutros e apenas se encarregam de matar monstros. Mas, Geralt sempre está metido em conflitos políticos e de vez em quando precisa tomar decisões que impactam diretamente na história. 


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No entanto, não importa muito a ordem em que as missões serão completadas, elas culminam em três epílogos jogáveis completamente diferentes definidos em um dos doze estados possíveis do mundo. Definido pelo resultado de eventos e o destino dos principais personagens, esses estados fornecem um total de 36 finais diferentes. Ou seja, você precisaria jogar The Witcher III 36x para ter uma experiência completa!

CD Projekt RED refere que são necessárias, no mínimo, 100 horas para terminar o jogo, sendo 50 horas com missões secundárias e a outra metade com a história principal, podendo chegar a mais de 200 horas se o jogador decidir “fazer tudo” no game. 

A quantidade de finais possíveis não é o único número que impressiona no game: o cenário é 35 vezes maior que o dos jogos anteriores da série, fazendo com que Geralt tenha que usar pequenos barcos e seu fiel companheiro, ocavalo Carpeado, para se locomover. No entanto, foi incrementada a opção de fazer viagens rápidas para locais já explorados pelo jogador. Para efeito de comparação, The Witcher III foi descrito como 20% maior que The Elder Scrolls V: Skyrim, um dos mais enormes jogos já produzidos na história. 


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O jogo também se destaca pelo imenso número de detalhes. Cada local tem um grande número de aldeias, todas com as suas próprias condições econômicas e sociais. O mundo do game é imensamente interativo e imersivo se comparado com os melhores jogos do gênero de mundo aberto, com vilarejos abandonados, cavernas e florestas assombradas, tesouros escondidos, torneios de luta, corridas de cavalos, rituais ancestrais, e esconderijos de monstros, bandidos e assassinos. O surpreendente nível de detalhes do jogo pode ser visto com a variedade de tipos de criaturas que habitam cada região.

Para que o jogador não fique tão perdido com a quantidade de criaturas, o jogo conta com um Bestiário onde se encontra a descrição de cada um dos monstros e como derrotá-los (mostrado na imagem acima). Para enfrentar estes monstros cada vez mais difíceis, Geralt precisa estar bem equipado o tempo todo. O arsenal do Witcher é montado através de receitas encontradas no mundo (ou compradas dos lojistas), tendo reunido o material necessário para a sua confecção, basta levar ao ferreiro ou ao armeiro para fazer.

Além de ter um nível mínimo para se utilizar, o ferreiro ou armeiro precisam ser aptos a fazer aquele item também com base na sua habilidade. Conforme você usa as suas espadas e as suas armaduras, elas decrescem em durabilidade e tem sua performance piorada. É preciso levá-las para os ferreiros e armeiros, ou usar itens de reparo on-the-spot. Tudo isso faz com que a experiência do jogo fique mais realista.

Uma curiosidade interessante para quem ainda não conhece o Lobo Branco, como é conhecido o bruxo Geralt de Rivia devido aos seus olhos animalescos e cabelos brancos (resultados da mutação genética), é que ele utiliza uma espada de prata para lutar contra os monstros e uma espada de aço para os inimigos mundanos.


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Como forma de ataque, um Witcher também pode contar com os sinais, que são chamados assim porque requerem um movimento específico para sua utilização. Os sinais não devem ser confundidos com as magias executadas pelas feiticeiras, que são bem mais complexas. Geralt domina 5 sinais: Aard, Yrden, Axii, Quen e Igni
  • Aard – Explosão telecinética usada para nocautear os inimigos ou destruir paredes e passagens. .
  • Quen – Cria um escudo que absorve o dano recebido.
  • Igni – Lança um manto de chamas para fora da mão do Witcher.
  • Yrden –  Lança uma armadilha que retarda inimigos que entram nela  ou no caso de aparições, deixa elas visíveis. 
  • Axii – permite controlar as emoções ou mesmo desorientar alguém.
Para se preparar para os inúmeros obstáculos enfrentados durante o jogo, Geralt pode tomar poções que irão melhorar suas habilidades e dar algumas vantagens contra certos monstros. Toda vez que ele toma uma poção, aumenta o nível de toxicidade, por isso se um certo limite for ultrapassado, sua vitalidade começa a diminuir. Assim como acontece com os equipamentos, Geralt busca receitas e ingredientes no mundo. Uma vez aprendida a poção, fica mais fácil repor os usos, basta meditar e ter o item “Alcohest” no inventário. 

Outro elemento digno de nota é o “modo bruxo” de Geralt, que o faz enxergar objetos secretos nos cenários e rastrear presas com mais precisão, que lembra bastante a visão de detetive da série Batman Arkham. 


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Durante a sua jornada, Geralt ganha XP e ao conseguir completar um nível, ele ganha um ponto de habilidade. The Witcher III oferece aos seus jogadores um número máximo de 70 níveis. Adicionalmente, um ponto de habilidade também é concedido ao desbloquear pela primeira vez um local de poder no mapa. Existem 16 locais de poder ao todo, espalhados pelo mundo de jogo.

Os pontos podem ser distribuídos em 4 categorias, representado por 4 cores distintas. Vermelho para ataques físicos, azul para sinais, verde para alquimia e amarelo para neutro. Dentro de cada categoria existem 4 níveis e 5 habilidades específicas.

Dentro de cada quadrante, é possível equipar também um mutagênico, este item é obtido ao derrotar alguns monstros. Representado por uma cor específica, ele aumenta algum status: vermelho para ataque, azul para poder do sinal e verde para a vitalidade. Ao unir habilidades da mesma cor do mutagênico no mesmo quadrante, o poder é aumentado.

Se estiver arrependido da distribuição dos pontos de habilidade, existe uma solução na forma de uma poção que permite realocar todos os pontos. Ela pode ser encontrada com um mercador em Novigrad, mas custa 1000 moedas. 


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Em Wild Hunt uma grande novidade é o minigame de cartas colecionáveis Gwent, que substitui os jogos dos dados dos dois títulos anteriores. Gwent lembra vagamente Magic: The Gathering e quem estampa as cartas são os próprios personagens presentes no game. Acima, na foto, dá pra ver como é um baralho de Gwent. Essas cartas quem fez foi a Maria, como presente de aniversário pra mim, mas o baralho original vem nas edições especiais do jogo.  

Lógico, nem tudo pode ser perfeito. Com um jogo gigantesco desses, alguns problemas de renderização surgem aqui e ali. É importante notar que a CD Projekt RED se preocupa bastante com o feedback dos seus gamers e muitos dos problemas iniciais foram resolvidos com atualizações online. 

Outra coisa que pode ser um pouco decepcionante para alguns é a ausência de um modo multiplayer. Para os jogadores que estão acostumados com esse modo de jogo, The Witcher III provavelmente será um pouco desapontante. 

A dublagem divide opiniões, na minha opinião ela ficou impecável. Até mesmo nos NPCs genéricos tem-se a sensação de singularidade do personagem. Mas para quem não gostou da dublagem brasileira, o game te permite configurar totalmente as opções de idioma, até mesmo com vozes em polonês, o idioma original e terra natal de sua produção. 


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A CD Projekt Red realmente caprichou no jogo. O carinho já começa na sua versão física que vem com um cartão de agradecimento e até mesmo um CD com a trilha sonora do jogo. Além disso, uma ação bem ousada foi disponibilizar 16 DLCs gratuitas que não incluíam somente mudanças estéticas, mas também vinham com novas missões e equipamentos para Geralt, e até mesmo um modo de New Game Plus, que possibilita aos jogadores reiniciar a campanha do game depois de terminá-lo, mas mantendo os atributos, experiência e dinheiro do personagem.

Além disso, outras duas expansões já lançadas, Hearts of Stone e Blood and Wine (pagas, mas que valem a pena), juntas acrescentam cerca de 60 horas ao jogo. Como o post já está gigantesco, em breve faço o review das duas DLCs juntas. 

Assista a um dos trailers do jogo:




The Witcher 3: Wild Hunt deixa claro que é um jogo adulto, e não apenas pela nudez recorrente ao longo da aventura, nem mesmo pelos palavrões ou cenas de sexo, mas sim pelo seu enredo denso e violência exacerbada. Questões políticas e morais também ajudam a dar esse ar mais adulto, além é claro da obrigatoriedade de fazer escolhas e de ter que lidar com suas consequências.

The Witcher 3 é uma experiência altamente satisfatória que não pode faltar na lista de nenhum gamer! E você já jogou o game? Conhece a história do mundo de The Witcher? Deixe um comentário dizendo o que achou!

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